- Hélcio Costa
- 14/02/2024
- Deixar Comentário

O vereador Daniel Barros parece que já não está medindo as palavras antes de fazer promessas eleitoreiras ou dizer qualquer coisa para chamar a atenção dos caxienses.
O parlamentar começou esta semana com gosto de gás nos seus stories no instagram ao fazer promessas no mínimo mirabolantes para empolgar seus seguidores.
Degustando uma banana numa frutaria no bairro Cohab, o auto-intitulado fiscal do povo passou a indagar o comerciante sobre a origem da fruta que estava comendo. “…meu primo, essa bananinha que eu vou comer agora vem da onde? Fala aí pros caxienses…”, questionou o parlamentar. “Vem da baixada do Piauí, Guadalupe’, respondeu o homem sendo novamente questionado pelo vereador sobre a origem de outra fruta disponível no comércio. “Do sul. Aqui não produz nada”.
Com ar indignado, Barros deu uma demonstração de que não conhece Caxias e chegou a propor, tal qual teria sido feito em Guadalupe, no Piauí, a “transposição do rio Parnaíba”. “E é com esse sentimento de mudança, de plantar em Caxias que nós vamos trazer também a transposição do rio Parnaíba, do rio Itapecuru para que daqui uns anos possamos plantar e comer uma bananinha caxiense”, declarou Barros mostrando um certo desconhecimento da geografia do município onde mora.
Caso o parlamentar não saiba, e ele demonstrou que não sabe, Caxias é banhada pelo rio Parnaíba em vários povoados do município, não sendo necessária uma transposição milionária apenas para plantar banana, pois no 2º distrito, os moradores do São Martinho, Caiçara, Morada Nova, São Miguel, Fazenda Sabiá, Inhaúma, Cercadinho e muitos outros, tem acesso a água e aos peixes oriundos do Parnaíba.
Quanto a hipotética transposição do Itapecuru, pouco se deve comentar da fala do vereador, uma vez que o rio passa até no quintal da sua casa, pois o mesmo mora no rico condomínio Village Caxias, endereço dos mais abastados da cidade e onde o rio margeia o local.
No mais, a transposição de algum rio, caso fosse necessária, só é feita em lugares desérticos ou desprovidos de acesso fácil a água, o que não é o caso de Caxias, uma cidade banhada por incontáveis mananciais nos quatro cantos do seu território.
A chegada das eleições provoca em alguns políticos um desejo quase incontrolável em convencer o público das suas ideias.
Mas tem político que não consegue dosar as palavras e acaba mostrando que não sabe o que está falando e que vive em outro mundo.
Essa da transposição do Parnaíba e do Itapecuru, dois rios que banham o município, entra para o nosso anedotário político.
Só não ganha daquela de fazer nossa cidade um paraíso fiscal…
- Hélcio Costa
- 14/02/2024
- Deixar Comentário

No aniversário de 62 anos de Aldeias Altas, comemorado no último domingo, 11, o prefeito Kedson Lima (PL) fez um discurso onde exaltou o fato do seu governo ser feito por pessoas oriundas da cidade e dos órgãos da administração funcionarem na sede do município.“Funcionava lá em Caxias, na esquina ali do Excelsior Hotel, da Casa do Estudante, era lá que funcionava a Prefeitura de Aldeias Altas, num prédio comprado com dinheiro público e ainda alugado novamente pra Prefeitura. Era assim. Não funcionava aqui”, lembrou o prefeito. “Hoje sim funciona aqui. Controladoria funciona aqui, Procuradoria funciona aqui, Contabilidade funciona aqui, setor de compras funciona aqui. Tudo funciona aqui nessa Prefeitura”.
“Os secretários todos eles são de Aldeias Altas”, disse Kedson nominando cada um, a origem familiar e a localidade de onde eram. “Tudo daqui”. “Eu apostei neles e tá dando certo. Tá dando certo por que? Eu tenho uma equipe de Controladoria e de Procuradoria que trabalha muito bem. Eu não respondo uma improbidade administrativa em 4 anos [de governo]. Nós já temos duas contas aprovadas pelo Tribunal de Contas no nosso mandato e eu acredito que vamos ter a terceira a ser aprovada em breve, por que? Porque nós fazemos as coisas com responsabilidade”, justificou o prefeito.
Com centenas de pessoas ouvindo seu discurso onde ele relatou o trabalho desenvolvido ao longo da sua gestão, Kedson pediu para que o público fizesse uma reflexão para as movimentações de alguns políticos em ano de eleição. “Esse ano é ano de eleição, e vocês podem ter na certeza que já estão se aproximando. Vocês observem uma coisa: Já estão abrindo as casas e aí botam sofá, botam café e ai começa…”,alertou.
Em outro ponto alto do discurso proferido no palanque montado na Avenida João Rosa, o prefeito tocou num assunto recorrente nas discussões políticas do município, que é o fato da maioria dos políticos de Aldeias Altas não residirem na cidade, mas sim em Caxias.“Eles nunca moraram aqui, eu moro aqui, eles nunca moraram. Eles compram casa pra passar o dia e de noite até logo, final de semana até logo. Eu fico aqui, eu moro aqui”.
Deixando claro sua diferença dos demais políticos locais, Kedson pontuou que não tem segurança e que anda só pelas ruas de Aldeias Altas. “Eu não tenho segurança, eu não tenho motorista, eu ando só. A segurança que eu tenho é a minha mulher que é policial”. Mas eu abro as portas da minha casa. Eu atendo quem tiver. Eu atendo na Prefeitura, seu eu tiver no meio da rua eu paro, eu converso, eu escuto, mas o meu negócio é trabalhar, é trabalhar, trabalhar, eu não paro”.
Num gracejo para a classe política que o apoia, o gestor disse que, apesar de “governar com o povo, escutando o povo”, precisava da ajuda dos vereadores. “E eu preciso muito desses senhores que aqui estão e essas senhoras vereadoras, eles também colaboram, contribuem, aprovando as leis”, disse Kedson referindo-se aos vereadores que estavam no palanque.
Comentando o fato de que os seus adversários as vezes se incomodam com o seu silêncio, o prefeito disse que esse era o seu jeito de agir.“Eu fico calado observando. Observei 20 anos. No momento certo de ser prefeito o povo me colocou. Eu tive a paciência, mas pra mim chegar ali foi toda uma trajetória. Vereador por 4 mandatos, presidente da Câmara…”.
Kedson deu mais uma alfinetada nos seus opositores ao lembrar que quando estava na oposição e mesmo sem mandato, “eu sempre mantive os carnavais, os blocos, os campeonatos, ajudando. Era o que a oposição devia fazer. Tá fora? Mas ajuda com uma cesta básica, ajuda as pessoas. Mas vão aparecer agora, mas a política tá mudada”.
- Hélcio Costa
- 13/02/2024
- Deixar Comentário

No próximo dia 22, Flávio Dino vai assumir a cadeira de ministro do Supremo Tribunal Federal após ter sido indicado pelo presidente Lula. A chegada à mais alta Corte do país, celebrada numa cerimônia.
A data vai sacramentar uma inesperada guinada na carreira de Flávio Dino. Ele ingressou na política em 2006, quando, num movimento inverso ao atual, decidiu largar a magistratura. Foi deputado federal, governador do Maranhão e, com alto índice de aprovação, garantiu com facilidade a eleição ao Senado em 2022.
A jornada meteórica dava tranquilidade a Dino para dizer, enquanto exercia a função de ministro da Justiça, que disputaria a Presidência tão logo Lula saísse de cena. “Não existe vácuo de poder”, costumava repetir. A ida de Dino à mais alta Corte do país, porém, alterou essa rota – ao menos momentaneamente.
Nas últimas semanas, VEJA conversou com alguns dos principais aliados de Flávio Dino e com pessoas que acompanharam de perto a indicação dele ao Supremo.
Dino demonstrava entusiasmo com a função de ministro da Justiça – o que não se pode dizer de quando ele foi convidado (leia-se, convocado) pelo presidente para assumir o STF.
Quem conversou com o maranhense afirma que ele ficou “arrasado” com a “missão”. “Talvez seja a única pessoa que esteja indo triste para o Supremo”, diz um importante interlocutor do ministro.
Parte desse sentimento foi expressado pelo próprio Dino durante seus últimos momentos como ministro da Justiça. Ele se dedicou a apresentar um minucioso balanço de sua atuação, fez um pronunciamento no qual citou ter esvaziado as gavetas “com muita dor no coração” e se emocionou ao passar o bastão para o sucessor Ricardo Lewandowski.
- Hélcio Costa
- 13/02/2024
- Deixar Comentário

Silvano, empresário do ramo de construção do município de Peritoró/MA (também morou no Distrito de Independência, Alto Alegre do Maranhão), sofreu um acidente na BR-316, próximo ao município de Peritoró, no dia 4 de fevereiro de 2024.

De acordo com as informações, Silvano bateu seu carro, foi hospitalizado no Hospital Geral de Peritoró, e depois transferido para o Hospital Macrorregional de Coroatá/MA, infelizmente o empresário não resistiu aos ferimentos e veio a óbito na tarde deste domingo, 11 de fevereiro, em Coroatá.
Deixamos nossos sentimentos aos familiares e amigos nesse momento de dor e muita tristeza para todos.
- Hélcio Costa
- 13/02/2024
- Deixar Comentário

O cantor Igor Kannario, que não se apresentou em Santa Rita, também esteve ausente do Carnaval de Coelho Neto.
A prefeitura de Coelho Neto informou que o cantor teve “forte dores na garganta e consequentemente a perda súbita de voz”, deixando de se apresentar no Carnaval da cidade administrada pelo prefeito Bruno Silva.
Diante da situação, a Prefeitura de Coelho Neto assegurou que já foi solicitada a devolução do cachê do artista, que será revertido em cestas básicas para a população da cidade.
- Hélcio Costa
- 12/02/2024
- Deixar Comentário

Floriano (empresário) e Jaciara (auditora de saúde) anunciaram em suas redes sociais que estão UNIDOS pelo bem dos munícipes e permanecem juntos para as eleições em Afonso Cunha – MA.
Ambos chegaram ao entendimento de que os dois seguirão como pré-candidatos a prefeito, e dentro de alguns meses, irão divulgar como será formada a chapa com as suas respectivas pré-candidaturas a prefeitos e vice-prefeito.
Floriano, que agora está no partido “União Brasil”, se torna uma grande liderança, visto que nas eleições de 2020 saiu como segundo colocado.
Jaciara, aliada ao Ministro das Comunicações Juscelino Filho, vem prestando serviços relevantes na área da saúde. Ela é apoiada pelo deputado federal Pedro Lucas (atual presidente do partido no estado do Maranhão).
Essa parceria junta a experiência de Floriano com a juventude e o trabalho feito por Jaciara para o bem de toda população.








