GRUPO MOVELAR NÃO OUVIU O “APITO DO TREM” DO VAQUEIRO NOS ULTIMOS DIAS

O rompimento do vice-prefeito Juscelino da Fazendinha (PT) com o grupo Movelar anunciado nesta ultima quinta-feira(22), abalou as estrutura da Politica local.
Considerado a maior liderança da zona rural do Município de Coroatá, Juscelino da Fazendinha tomou uma decisão difícil, deixar o grupo de governo e apoia o projeto do líder da oposição Edimar Franco.
A saída de Juscelino ainda é o assunto mais discutido nos grupos do WhatsApp entre os Coroataenses. Com esse novo apoio, o líder da oposição Edimar Franco, segui firme rumo a disputa da prefeitura de Coroatá.
UNIÃO DE JUSCELINO E EDIMAR FRANCO É UMA DERROTA PARA O GRUPO AMOVELAR
Até agora o Grupo liderado pelo líder Luís da Amovelar tentar ouvir o “o apito do trem” de Edimar Franco, que em menos de 15 dias conseguiu levar para seu grupo duas grandes lideranças(Vereador Zé Ernandes e o vice-prefeito Juscelino da Fazendinha, ambos do PT). As alianças conquistada pelo “Vaqueiro” abalou o grupão de governo nos últimos dias.
Ainda segundo informações, mais aliados do Amovelar pode pular do barco nos próximos dias. Os nomes desses,  seguem em segredo para não atrapalhar as negociações. O que se sabe, é que, o grupo Amovelar tá tentando juntar suas forças depois que perdeu sua maior liderança na zona rural.
No mesmo dia do anuncio da saída de Juscelino, Luís da Amovelar correu pro Sindicato dos Trabalhadores Rurais em buscas da direção do Sindicato para firmar apoio ao grupo de Governo. Só que até no STTR o terreno da dividido.
A soberba de Luís da Amovelar so não foi maior, do que a patada do Leão que ele pegou nos últimos meses. Como se não bastasse, o grupo Amovelar virou alvo de várias matérias de Blogs da capital, que denunciaram um esquema Bilionário envolvendo empresas ganhadores de contrato na prefeitura da cidade. Essas empresas pagaram despesas das lojas da Família do Prefeito.
O certo que as duas ultimas semana não foi fácil para o Grupo de Luís da Amovelar, que respira devagar para não perder folego até a eleição.

A ascensão feminina em todos os segmentos da sociedade é uma realidade. O empoderamento desse gênero alcança patamares importantes.
Com sua capacidade peculiar, as mulheres são cada vez mais valorizadas, se tornando referência, principalmente na política.

A conquista de espaço torna-se cada vez mais evidente em nosso meio, levando a classe feminina a lugares incríveis.
A Organização das Nações Unidas tem se manifestado a favor da igualdade de gênero, que já há algum tempo tem conseguido avanços neste sentido.

Agora as mulheres têm um partido que pode representá-las, e esse é o Partido da Mulher Brasileira (PMB), e em Codó já tem muitas mulheres engajadas em lutar pelos direitos de todos e principalmente em prol das causas das mulheres, dentre tantas o partido tem percebido a grandiosidade política de duas mulheres, que tem conseguido destaque, mesmo sem se manifestarem politicamente, contudo seus nomes já soam como representantes das mulheres codoenses.

 

E quem são elas?

Joína Sousa (empresária)

 

Professora Rosina Benvindo

A primeira é uma mulher religiosa, empresária, mãe e mulher que muito tem feito pela sociedade, Joína Sousa, a outra é uma mulher que tem seu nome destacado aos quatro cantos da cidade, ela é professora, ex-secretária de educação, mãe e luta pelos direitos das mulheres, seu nome é Rosina Benvindo.

 

A luta empreendida por mulhes inteligentes e conscientes de seu papel social faz a diferença.

Sempre buscando a garantia de seus direitos e deveres, essas mulheres guerreiras se mostram capazes para representar a população em todas as áreas e agora na política.

 

O povo começa a perceber as mulheres como um ser representativo do direito delas.

 

 

 

 

 

 

O advogado e ex-secretário de Estado de Turismo, Catulé Júnior (PP), anunciou a sua desistência da pré-candidatura a prefeito da Caxias.
O anúncio ocorreu na noite da última quinta-feira (22) durante live realizada em suas redes sociais, ao lado do deputado federal Paulo Marinho Júnior (PL) e os vereadores Catulé (PRB) e Luís Lacerda (PCdoB).
“Fui candidato à deputado estadual pelo Progressistas, mesmo partido da deputada Amanda Gentil, e fiquei na 1ª suplência. Ao longo de 2024 temos grande chance de assumir o mandato. Preciso da anuência do meu partido para concorrer a prefeito ou vice-prefeito, e a deputada Amanda e seu pai, Fábio Gentil, fizeram uma espécie de acordo com o presidente da legenda, André Fufuca, que não autorizou minha saída. Travei uma luta judicial para sair e até agora não consegui. Com a proximidade da data de escolha do candidato da oposição, 8 de março, após muitas reflexões, decidi retirar minha condição de pré candidato à prefeito”, anunciou.
Catulé Júnior reafirmou sua atenção com a Carta Compromisso assinada pelas lideranças da oposição e disse que continua defendendo os termos para que o grupo tenha apenas um candidato que possa reunir os sentimentos da população caxiense.
Apoio à pré-candidatura de Paulo Marinho Júnior
“Em ato contínuo, anuncio apoio ao nome de Paulinho pela oposição, sem nenhum demérito a Daniel e à Lycia, por conhecer a realidade de Caxias, os problemas e, o que é melhor, por Caxias também conhecer Paulinho. Precisamos ultrapassar questões cênicas e caricaturadas com um prefeito sério e comprometido, que tenha o que oferecer à cidade, alguém dotado de espírito público. Paulinho reúne essas qualidades”, declarou Catulé Júnior.
“Tenho uma admiração pela figura de Catulé Júnior, admiro seu trabalho, onde passou deixou uma marca, e tinha todas as condições de ser um prefeito, e por questões partidárias e pessoais, entre tantas opções, ele escolher a mim para representar esse sonho e desejo para mudar Caxias, fico muito honrado. Recebo um dos grupos mais fortes de Caxias com o coração cheio de alegria e grato porque sei que juntos faremos a mudança que a cidade necessita”, frisou Paulo Marinho Júnior.

A Caixa Econômica Federal divulgou nesta quinta-feira (22) os editais de dois novos concursos públicos que vão preencher mais de 4 mil vagas na instituição – sendo 3,2 mil imediatas.
No primeiro edital, são 2 mil oportunidades para o cargo geral de técnico bancário novo, sendo 1.600 vagas imediatas e outras 400 para cadastro de reserva. As vagas estão espalhadas nos 26 estados brasileiros, além do Distrito Federal.

Além disso, o edital também tem outras 2 mil vagas com foco na área de TI, sendo 1.600 imediatas e 400 para reserva. Neste caso, as oportunidades são para sete estados: Amazonas, Goiás, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo, e o Distrito Federal.

Para concorrer às vagas, ambos os cargos exigem que o candidato tenha ensino médio completo. A remuneração inicial é de R$ 3.762.

O segundo edital possui vagas de nível superior, para médicos do trabalho e engenheiros de segurança do trabalho. O salário inicial é de R$ 11.186 e R$ 14.915, respectivamente.

Ao todo, são 28 vagas para médicos do trabalho, sendo 23 imediatas e 5 reservas, além de 22 vagas para engenheiros de segurança do trabalho, com 17 imediatas e 5 reservas.
Os dois editais preveem benefícios como assistência à saúde, previdência complementar, auxílio-alimentação e refeição, vale-transporte, auxílio-creche, entre outros.

Para participar é necessário pagar uma taxa de inscrição, que custa R$ 50 para os cargos de nível médio, e R$ 65 para os de nível superior.

Provas e inscrições

A Fundação Cesgranrio é a banca responsável pela organização do processo seletivo. As provas terão questões objetivas de conhecimentos gerais e específicos, além de redação.

As inscrições estarão abertas a partir das 10h do dia 29 de fevereiro até as 16h de 25 de março, pelo site da banca organizadora. Já a aplicação das provas está marcada para 26 de maio.
Os resultados serão divulgados em agosto, e os aprovados serão convocados para apresentarem a documentação e realizarem os exames médicos obrigatórios.

O Detran (Departamento de Trânsito do Maranhão) voltou atrás e adiou o aumento das taxas e licenciamentos. O recuo aconteceu após críticas do sistema ter ficado fora do ar nos últimos dias, às vésperas do aumento das tarifas.
O assunto também reverberou na Assembleia Legislativa do Maranhão, em fala do deputado estadual Yglésio Moyses, aliado do governador Carlos Brandão (PSB).
“Desde o dia 15 há instabilidade no sistema, não permitindo o licenciamento com a taxa de R$ 85 reais. No dia 19 de dezembro, mudou, foi para 150 e poucos”, disse nesta quarta-feira (21).
O deputado pediu que a medida fosse revista, o que foi atendido pelo Governo. “O que se pede é razoabilidade. Quem tiver tentado tirar as taxas comprovadamente antes do dia 19, que o valor seja o valor de R$ 85,00. É o pedido que faz a população. Muita gente tem me demandado isso aqui nas redes sociais e fica esse apelo ao Governador, tendo em vista que o diretor do Detran disse que ele não pode fazer nada”, disse.
Posição do Detran
Em nota de esclarecimento, o Detran informou que vai manter os preços até o dia 29 de fevereiro. O órgão informou ainda que os preços seguem inalterados há nove anos e que a reposição é inflacionária.

 

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, ontem (20), pelo afastamento da desembargadora Nelma Sarney das suas funções no Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) por dois anos.
O processo foi aberto após decisões da magistrada em favor de Mauro Arouche, seu ex-assessor, que pedia recontagem de pontos após prestar concurso para tabelião, em 2008. O juiz Clésio Cunha, que deu decisões favoráveis ao ele quando substituía o titular da 5ª Vara da Fazenda Púbica de São Luís, também figurava no processo, mas foi absolvido.
Na votação desta terça, o voto vencedor foi o do relator do caso, o conselheiro José Rotondano. Segundo ele, a desembargadora poderia “ter-se abstido de proferir uma liminar naquela forma, naquele teor”.
O afastamento por dois anos, no entanto, não foi unânime. O conselheiro Luiz Fernando Bandeira divergiu quanto à dosimetria, e propôs afastamento de apenas seis meses, sob o argumento de que a posse do ex-assessor não se deu unicamente por liminar da desembargadora, mas por decisão colegiada do TJMA. Ele acabou acompanhado por alguns conselheiros, mas foi voto vencido.
O resultado final ficou em 9 a 5 pelo afastamento por dois anos.

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