Felipe Camarão comenta sobre possibilidade de reconciliação com Brandão

Durante entrevista no município de Olho D’Água das Cunhãs, o vice-governador Felipe Camarão se pronunciou sobre a chance de uma reaproximação com o governador Carlos Brandão e sobre a unidade interna do Partido dos Trabalhadores.

Camarão afirmou que a eventual reconciliação depende exclusivamente de Brandão, a quem classificou como líder do processo. “Nós dependemos das ações dele. É aquela história: a gente dança conforme a música. Quem vai definir se haverá conciliação é o governador. Cabe a ele buscar a harmonização do grupo”, declarou.

A Prefeitura de Codó oficializou, nesta segunda-feira (24), a retomada das atividades da tradicional Banda de Música Municipal Euterpe, um dos mais importantes símbolos culturais e históricos do município. O anúncio foi feito pelo prefeito Chiquinho FC (PT) durante encontro com os integrantes do grupo, realizado no Salão Nobre da Prefeitura.

O momento contou com a presença do secretário municipal de Cultura, Luís Claudino, do deputado estadual Francisco Nagib (PSB) e de membros da Secretaria de Cultura. A solenidade foi marcada por uma apresentação vibrante da banda, que emocionou o público e reforçou a relevância do conjunto para a identidade cultural codoense.

Fundada oficialmente em 1960, a Banda Euterpe nasceu com o objetivo de formar músicos da própria cidade e preservar a tradição das antigas bandas locais. Ao longo de mais de seis décadas, enfrentou desafios, passou por renovações e hoje ressurge fortalecida por meio do incentivo da Prefeitura de Codó, através da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo.

Reconhecida como um patrimônio vivo da cidade, a Banda Euterpe é presença marcante em festas populares, procissões, eventos cívicos e momentos históricos da comunidade. Sua retomada representa a valorização de uma tradição que atravessa gerações.

Durante o encontro, o prefeito Chiquinho FC anunciou duas importantes novidades para o fortalecimento do trabalho musical no município: a abertura da primeira Escola de Música Municipal, que irá formar novos talentos locais, e a criação de uma sede própria para a Banda Euterpe, espaço que servirá para ensaios e atividades internas. A inauguração do novo local deve ocorrer em breve.

O secretário de Cultura, Luís Claudino, ressaltou a importância do retorno da banda para a vida cultural de Codó.

“Codó vive um momento de muita importância com a retomada da Banda Euterpe, que faz parte da história do município com mais de 60 anos de tradição e há 40 anos carrega o nome Euterpe. Muitos músicos já passaram por ela e contribuíram para essa trajetória. A cultura e a música codoenses ganham muito com isso”, afirmou.

O prefeito reforçou o compromisso da gestão com a valorização da música local e com a preservação do legado cultural da cidade.

“Ao iniciarmos a gestão, reativar a Banda Euterpe já era uma ação planejada. Queremos que a banda recomece de forma organizada, para que se destaque no município e se torne referência regional. Fizemos seleção de músicos, estamos preparando instrumentos, fardamentos e garantindo todas as condições para que a Banda alcance esse propósito”, destacou Chiquinho FC.

Com a iniciativa, a Prefeitura de Codó reafirma seu investimento na promoção da cultura, garantindo a continuidade do legado da Banda Euterpe e reforçando a importância da música como expressão da identidade codoense.

Assessoria de Comunicação

Prefeitura Municipal de Codó

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou neste domingo (23) que a Polícia Federal investigue a participação dos deputados Pedro Lucas Fernandes (União-MA) e Zezinho Barbary (PP-AC) em supostos desvios de emendas parlamentares. A decisão foi motivada por denúncias apresentadas pelas organizações Transparência Internacional, Transparência Brasil e Contas Abertas, no âmbito da ação que discute a constitucionalidade e a transparência do modelo de execução de emendas.

No despacho, Dino afirma que os fatos relatados podem configurar ilícitos criminais e exigem apuração imediata. “À vista dos fatos noticiados — que configuram indícios de possíveis crimes — encaminhe-se [o material] à Diretoria-Geral da Polícia Federal, para que adote as providências cabíveis”, escreveu o ministro. A ordem inclui a análise de eventuais anexações a inquéritos já existentes ou a abertura de novos procedimentos.

Entre os casos mencionados na petição está o do município de Arari, onde uma emenda de R$ 1,25 milhão apresentada por Pedro Lucas para recuperação de estradas vicinais teria sido desviada para pagamento de despesas de custeio da prefeitura, incluindo folha salarial, coleta de lixo e compra de medicamentos. O uso de verba parlamentar para custeio e pagamento de pessoal é vedado pela Constituição.

Pedro Lucas é líder da bancada do União Brasil, uma das mais numerosas da Câmara, e próximo ao presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB). Ele chegou a ser nomeado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para assumir o Ministério das Comunicações, mas acabou recusando o convite por pressão do seu partido.

O deputado estadual Fernando Braide (SD) reagiu a uma entrevista do também deputado Yglésio Moyses (PRTB) a respeito do futuro político do seu irmão, o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (SD).

Em entrevista ao podcast Nu Blog Pod, Moyses garantiu que o gestor da capital não será candidato a governador do Maranhão.

Ao Tribuna 98, Fernando rebateu com ironia. “Yglésio não sabe nem da vida dele ainda: se ele vai ser candidato a estadual, a federal ou a senador. Como é que ele quer saber da vida dos outros?”, questionou.

Yglésio já avisou que “vai ter resposta

 O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi preso na manhã deste sábado (22) após determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A prisão é preventiva, solicitada pela Polícia Federal (PF), e não tem relação direta com a condenação por tentativa de golpe de Estado, mas sim com uma nova medida cautelar adotada no curso das investigações.

Segundo a decisão, a ordem de prisão foi motivada por uma convocação feita pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que chamou apoiadores para uma vigília em frente ao condomínio onde o ex-presidente reside, na noite de sexta-feira (21). Para Moraes, a mobilização indicaria risco de fuga e possível tentativa de utilizar apoiadores para dificultar o cumprimento das medidas já impostas.

O ministro afirmou que o ato, apesar de divulgado como uma manifestação pela saúde do ex-presidente, “repete o modus operandi da organização criminosa liderada pelo referido réu”, utilizando manifestações públicas para buscar vantagens pessoais e provocar “tumulto para a efetividade da lei penal”. Moraes também relembrou que Bolsonaro teria planejado fugir para a embaixada da Argentina durante investigações anteriores, buscando asilo político.

Em outro trecho da decisão, Moraes faz referência a um vídeo publicado por Flávio Bolsonaro, afirmando que o conteúdo “incita o desrespeito ao texto constitucional, à decisão judicial e às próprias instituições”, o que, segundo ele, demonstra que “não há limites da organização criminosa na tentativa de causar caos social e conflitos no país”.

Prisão e condução à Polícia Federal

Bolsonaro foi detido por volta de 6h e, segundo relatos, não ofereceu resistência. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro não estava na residência no momento da ação policial.

O ex-presidente chegou à sede da PF às 6h35, onde passou pelos procedimentos iniciais antes de ser levado para a Superintendência da corporação no Distrito Federal. Ele permanecerá em uma “Sala de Estado”, espaço destinado a autoridades que exerceram a Presidência da República.

Até a última atualização, Bolsonaro realizava exame de corpo de delito nas dependências da PF, procedimento conduzido por agentes do Instituto Médico-Legal (IML) para evitar deslocamentos e exposição pública.

A Polícia Federal confirmou, em nota, o cumprimento do mandado de prisão preventiva expedido pelo STF. A medida tem caráter cautelar e não corresponde ainda ao início do cumprimento da pena, já que o prazo para os últimos recursos da defesa termina na segunda-feira. Só após essa etapa o processo poderá transitar em julgado.

Segundo apurações da TV Globo, a decisão teve como fundamento a garantia da ordem pública. Até o momento, apenas Bolsonaro teve a prisão decretada. Outros condenados no mesmo caso seguem em liberdade. Já o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), também alvo de decisão de Moraes na sexta-feira, fugiu para os Estados Unidos após sua condenação no contexto da trama golpista.

A determinação pela prisão do ex-presidente ocorreu um dia depois de o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) convocar apoiadores para uma vigília em frente ao condomínio onde Bolsonaro mora. O ex-presidente já estava em prisão domiciliar em outro processo, que investiga tentativa de obstruir o julgamento sobre a tentativa de golpe. Nesse caso paralelo, seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), é réu.

Publicidade

Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Posto Priscila: Km17, BR 316, Codó-MA
Publicidade
Publicidade
Posto Priscila: abastecimento com excelência