Camarão quer ser candidato a senador em chapa de Braide, diz Folha

Pré-candidato a governador pelo PT, o vice-governador do Maranhão, Felipe Camarão, admite uma mudança de rota para ser candidato a senador.

Segundo a publicação, o “Plano B” seria acionado caso houvesse uma grande aliança da centro-esquerda maranhense com o atual prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD).

Camarão afirmou à coluna que busca construir uma coalizão para “enfrentar a nova oligarquia Brandão”. Ele diz que, hoje, sai candidato com respaldo de uma coalizão que incluiria PT, PC do B, PV, Rede, PSOL e PSB, antigo partido de Brandão.

“No entanto, segundo pessoas a par das negociações, há conversas com partidos como o PSD, do prefeito de São Luís, Eduardo Braide, citado como forte candidato ao Palácio dos Leões. Nesse cenário, Camarão poderia compor a chapa, mas sairia para Senado”, diz a coluna.

“O diálogo em curso visa à formação de uma frente de centro-esquerda no Maranhão, sem qualquer renúncia ao cargo de vice-governador, com a definição de que não haverá apoio à candidatura do sobrinho do governador e com a maturidade necessária para, conforme o cenário de 2026, construir uma alternativa vitoriosa para o Estado”, afirmo Camarão.

Faltando menos de 90 dias para o prazo de desincompatibilização, no próximo dia 4 de abril, o prefeito Eduardo Braide entra na fase mais sensível de seu projeto político. Até essa data, ele precisará definir se renuncia ao comando do Palácio de La Ravardière para disputar o Governo do Maranhão em 2026 ou se permanece no cargo até o fim do mandato. A indefinição, que até aqui funcionou como estratégia, passa a ter custo político crescente à medida que o calendário eleitoral se impõe.

A eventual renúncia abriria espaço para a vice-prefeita Esmênia Miranda assumir a prefeitura, um movimento que gera cautela no núcleo mais próximo de Braide. A entrega da máquina administrativa, a pouco mais de seis meses da eleição, é vista como risco real em um cenário de disputa dura e pulverizada no estado, onde a estrutura governista tende a exercer forte influência.

Caso opte por não sair, Braide pode atuar como fiador político de uma candidatura alinhada a ele ao governo, interferindo diretamente no tabuleiro estadual, ou adotar a neutralidade, preservando capital político para 2030.

O silêncio do prefeito contrasta com a ansiedade de aliados, que diuturnamente colocam o “bloco na rua”, mesmo à revelia do chefe. Estes parecem bem mais preocupados com o passar dos dias que o próprio Braide.

Faltando menos de 90 dias para o prazo de desincompatibilização, no próximo dia 4 de abril, o prefeito Eduardo Braide entra na fase mais sensível de seu projeto político. Até essa data, ele precisará definir se renuncia ao comando do Palácio de La Ravardière para disputar o Governo do Maranhão em 2026 ou se permanece no cargo até o fim do mandato. A indefinição, que até aqui funcionou como estratégia, passa a ter custo político crescente à medida que o calendário eleitoral se impõe.

A eventual renúncia abriria espaço para a vice-prefeita Esmênia Miranda assumir a prefeitura, um movimento que gera cautela no núcleo mais próximo de Braide. A entrega da máquina administrativa, a pouco mais de seis meses da eleição, é vista como risco real em um cenário de disputa dura e pulverizada no estado, onde a estrutura governista tende a exercer forte influência.

Caso opte por não sair, Braide pode atuar como fiador político de uma candidatura alinhada a ele ao governo, interferindo diretamente no tabuleiro estadual, ou adotar a neutralidade, preservando capital político para 2030.

O silêncio do prefeito contrasta com a ansiedade de aliados, que diuturnamente colocam o “bloco na rua”, mesmo à revelia do chefe. Estes parecem bem mais preocupados com o passar dos dias que o próprio Braide.

  1. Faltando menos de 90 dias para o prazo de desincompatibilização, no próximo dia 4 de abril, o prefeito Eduardo Braide entra na fase mais sensível de seu projeto político. Até essa data, ele precisará definir se renuncia ao comando do Palácio de La Ravardière para disputar o Governo do Maranhão em 2026 ou se permanece no cargo até o fim do mandato. A indefinição, que até aqui funcionou como estratégia, passa a ter custo político crescente à medida que o calendário eleitoral se impõe.

A eventual renúncia abriria espaço para a vice-prefeita Esmênia Miranda assumir a prefeitura, um movimento que gera cautela no núcleo mais próximo de Braide. A entrega da máquina administrativa, a pouco mais de seis meses da eleição, é vista como risco real em um cenário de disputa dura e pulverizada no estado, onde a estrutura governista tende a exercer forte influência.

Caso opte por não sair, Braide pode atuar como fiador político de uma candidatura alinhada a ele ao governo, interferindo diretamente no tabuleiro estadual, ou adotar a neutralidade, preservando capital político para 2030.

O silêncio do prefeito contrasta com a ansiedade de aliados, que diuturnamente colocam o “bloco na rua”, mesmo à revelia do chefe. Estes parecem bem mais preocupados com o passar dos dias que o próprio Braide.

Foi preso início da noite deste domingo (4) o homem suspeito de assassinar o cadete do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão André Guilherme Silva Lemos, de 26 anos. O crime ocorreu na tarde de sábado (3), enquanto a vítima cortava o cabelo em uma barbearia no município de Caxias.

O suspeito foi identificado como Juan Pablo Neves Sales e acabou capturado por uma equipe do 2º Batalhão da Polícia Militar no povoado Dezessete, na cidade de Codó. A prisão foi confirmada pelo secretário de Estado da Segurança Pública do Maranhão, Maurício Martins, por meio das redes sociais.

Durante a abordagem, Juan Pablo confessou o homicídio e afirmou, em depoimento preliminar à Polícia Militar, que não conhecia o cadete. Segundo o suspeito, o crime teria sido motivado por uma discussão ocorrida dentro da barbearia, após ele alegar ter sido ofendido verbalmente pela vítima.

Após a prisão, o homem foi encaminhado ao Plantão da 17ª Delegacia Regional de Caxias, onde foi autuado em flagrante pelo crime de homicídio.

De acordo com informações da Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão, o autor do crime chegou ao local em uma motocicleta, entrou na barbearia e efetuou disparos de arma de fogo contra o cadete, que morreu ainda no local.

O assassinato de André Guilherme Silva Lemos foi comunicado oficialmente pelo Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão, que divulgou nota de pesar lamentando a morte do cadete e prestando solidariedade aos familiares, amigos e colegas de farda.

A programação da TV Cidade Codó (canal 11.1) ganha um reforço a partir do dia 19 de janeiro de 2026, com a estreia do Programa Comando Geral, apresentado pelo jornalista Genivaldo Cobra.

A atração vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 18h, trazendo uma proposta voltada à informação, prestação de serviços e aos principais fatos que movimentam Codó e a região.

Com um formato dinâmico e linguagem direta, o Comando Geral chega com a missão de aproximar a população dos acontecimentos do dia a dia, abrindo espaço para temas como segurança, cidadania, denúncias, entrevistas e assuntos de interesse coletivo. A estreia marca mais um investimento da emissora em conteúdo local, fortalecendo o jornalismo regional na televisão aberta.

A TV Cidade Codó integra a rede Record no Maranhão. A expectativa é de que o novo programa se torne um canal direto entre a comunidade e os fatos que impactam a vida da população. A emissora orienta o público a acompanhar a estreia e “ficar ligado” na nova atração.

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Posto Priscila: Km17, BR 316, Codó-MA
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Posto Priscila: abastecimento com excelência