Em Zé Doca, a força do grupo Josimar Maranhãozinho elege Flavinha com 84,20% dos votos e todos os 15 vereadores

O assunto mais comentado hoje na política maranhense foi a sucessão da prefeita Josinha em Zé Doca. A gestora, que conta com o apoio incondicional do trio de deputados Josimar Maranhãozinho, Detinha e Fabiana Vilar, todos do PL, conseguiu eleger a sua sucessora, Flavinha, com quase 84,2% dos votos.

Precisamente 21.588 eleitores escolheram a candidata liberal.

Outro detalhe que chama atenção: o grupo ainda conseguiu eleger todos os 15 vereadores, deixando a oposição sem nenhum representante na Câmara Municipal da cidade.

O sucesso dessa eleição è um reconhecimento à gestão realizada pela atual prefeita, Josinha Cunha, que deve ter continuidade com Flavinha.

Assim, Patrido Liberal, liderado no Maranhão pelo deputado federal Josimar Maranhãozinho, mostra força em gestões de compromisso, desenvolvimento e respeito pelas pessoas.

O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, e o futuro ministro da Justiça, Flávio Dino, durante anúncio de ministros no CCBB Brasília.

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou na manhã de ontem, sexta-feira (11), que há “muita tranquilidade” sobre as Propostas de Emenda à Constituição (PEC) aprovadas da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados que reduzem o poder do STF. A fala ocorreu durante o evento Encontro de Líderes, organizado pela Comunitas, organização da sociedade civil, em São Paulo.

Para limitar as decisões monocráticas dos ministros, a CCJ aprovou na quarta-feira (9) o chamado pacote “anti-STF”. A ofensiva contou com apoio de partidos da base do governo Luiz Inácio Lula da Silva. Mesmo com pouco movimento na Casa e sem sessão em plenário, o Palácio do Planalto não se mobilizou.

— Então, há muita tranquilidade em relação a isso, muita ponderação. Agora, o Supremo não vai deixar de decidir o que deve ser decidido, porque isso possa desagradar tal ou qual agente público ou privado, porque o nosso papel é exatamente ter independência, aplicar a lei e fazer o certo, independentemente de eventuais consequências políticas. Isso não nos cabe, mas quem julga é o Supremo, claro — afirmou, em entrevista aos jornalistas.

Outras decisões recentes do STF também desagradaram deputados, principalmente da oposição, que é crítica ao Supremo desde a atuação da Corte no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), passando pelos atos do 8 de Janeiro e a descriminalização do porte de maconha para consumo pessoal em até 40 gramas.

“O nosso papel é exatamente ter independência, aplicar a lei e fazer o certo, independentemente de eventuais consequências políticas”, disse Dino após uma palestra em um evento promovido pela Comunitas, entidade da sociedade civil, em São Paulo. “Uma lógica, eventualmente, de retaliação, de dissenso, de conflito, não é compatível com os interesses do Brasil e com a nossa Constituição”, afirmou o ministro.

As chamadas decisões monocráticas são as proferidas por apenas um magistrado. Além de limitarem essas, as duas Propostas de Emenda à Constituição (PEC) e dois projetos de lei aprovados autorizam o Parlamento a anular julgamentos do Supremo e criam um novo rito para processos de impeachment de ministros da Corte.

O pacote vale para o STF e outros tribunais superiores, como o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O texto deve agora ser analisado por uma comissão especial antes de ir a plenário.

Pouco antes, para um público de governadores e especialistas em segurança pública, Dino afirmou que as decisões da Corte “ora são marcadas pela autocontenção, ora pelo ativismo, como é a vida”.

— E em matéria criminal, que repercute na segurança pública, eu trouxe aqui nos últimos cinco minutos algumas decisões do Supremo, que ora são marcadas pela autocontenção, ora pelo ativismo, como é a vida — disse. — Outro dia disseram que eu queria apagar incêndio, que eu era o bombeiro da nação. Eu estava aplicando a Constituição, o artigo 225 [que estabelece o direito a um meio ambiente ecologicamente equilibrado]. Estava aplicando uma decisão do Supremo em plenário, que é outra lenda, essa decisão monocrática.

A fala contradiz o discurso que o ministro fez quando recém-empossado, em fevereiro. Na ocasião, ele disse que Corte não tem o objetivo de interferir na política e que alguns dos que dizem que ela é ativista querem “instrumentalizar o STF para os seus propósitos”.

A CCJ aprovou na quarta-feira, 9, duas Propostas de Emenda à Constituição (PEC) e dois projetos de lei. Segundo Dino, o STF analisará a constitucionalidade das medidas, caso elas sejam aprovadas pelo Congresso. As iniciativas limitam poderes dos magistrados tomarem decisões isoladas, autorizam o Parlamento a anular julgamentos do Supremo e criam um novo rito para processos de impeachment de ministros da Corte.

Dino manteve na quinta-feira, 10, o bloqueio das emendas de comissão e de relator até que o Legislativo e o Executivo apresentem medidas efetivas para identificar a autoria das emendas e dar transparência e rastreabilidade aos repasses.

“O Supremo tem, sob a minha relatoria, esperado que, por parte dos poderes políticos, haja novas regras. Assim que elas existirem, forem aprovadas e sejam compatíveis com aquilo que é a Constituição federal, é claro que nós desejamos que o Orçamento seja prontamente executado, mas ele não pode ser executado erradamente. Essa é a razão da suspensão”, disse Flávio Dino.

Dr. Zé Luís (PT) é o novo prefeito de Baixa Grande do Ribeiro, consolidando a sua liderança nas urnas após uma campanha marcada pela proximidade com a população e um projeto de gestão voltado para as demandas de mudança no município. A vitória veio com a vantagem de 66,28% votos, contra 33,72% de Ozires Castro , coroando meses de intenso diálogo com a comunidade e caminhadas que se tornaram a marca registrada de sua campanha.

Liderança nas pesquisas e campanha de proximidade

Desde o início do período eleitoral, Dr. Zé Luís se destacou, aparecendo consistentemente à frente nas pesquisas de intenção de voto. Sua liderança nas pesquisas refletiu o forte apoio popular que foi construído ao longo da campanha. As caminhadas fortaleceram sua conexão com os eleitores, permitindo que ele ouvisse de perto as principais preocupações e expectativas da população.

Ao longo da campanha, Dr. Zé Luís percorreu cada canto de Baixa Grande do Ribeiro, ouvindo moradores, comerciantes e lideranças locais. Ao lado do Governador Rafael Fonteles, a proximidade foi um dos pilares de sua campanha, reforçando seu compromisso em governar com base nas reais necessidades da cidade.

Projeto de gestão voltado para mudanças

O novo prefeito apresentou um plano de governo que prometia atender as demandas mais urgentes do município, como a melhoria da infraestrutura urbana, avanços na saúde pública e investimentos em educação e desenvolvimento rural. Dr. Zé Luís destacou que seu projeto de gestão será pautado na eficiência e transparência, com o objetivo de implementar mudanças estruturais que Baixa Grande do Ribeiro tanto necessita.

A proposta de gestão de Dr. Zé Luís inclui também um forte compromisso com o desenvolvimento econômico local, com políticas que visam fomentar o crescimento do agronegócio, um dos motores da economia da região. Além disso, ele prometeu priorizar o acesso da população aos serviços essenciais, garantindo uma administração mais inclusiva e participativa.

O PL é o partido com o maior número de prefeitos eleitos no 1º turno das eleições municipais de 2024, no Maranhão. MDB e PP vêm em seguida.

Em comparação com as eleições de 2020, o PL segue na frente. Pois, a sigla tinha eleito 39 prefeitos naquele ano no Maranhão e, atualmente, conseguiu eleger 40.

O resultado desse número expressivo se dá pelo trabalho que vem sendo desenvolvido pelo deputado federal e presidente estadual do PL , Josimar Maranhãozinho.

O parlamentar, juntamente com sua esposa Detinha, também deputado Federal e a deputada estadual Fabiana Vilar visitaram diversas cidades maranhenses levando experiências políticas que deram certo em diversos municípios. Ao todo, o PL alcançou 40 prefeituras, desbancando siglas lideradas por grandes “caciques” da política maranhense.

Já o PSB, partido do governador Carlos Brandão, tinha eleito 6 prefeitos em 2020 e, neste ano, elegeu 19.

Em 2020, o ex-partido do ex-governador, e atual ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, elegeu prefeitos em 22 municípios. Agora, em 2024, são apenas dois: Pedro do Rosário e Santo Amaro do Maranhão.

CONFIRA A LISTA:

PL – 40 prefeituras
MDB – 37 prefeituras
PP – 30 prefeituras
UNIÃO – 26 prefeituras
PSB – 19 prefeituras
REP – 19 prefeituras
PDT – 18 prefeituras
PSDB – 8 prefeituras
PRD – 6 prefeituras
MOB – 3 prefeituras
PT – 2 prefeituras
AVANTE – 2 prefeituras
PCdoB – 2 prefeituras
PODE – 2 prefeituras
PV – 1 prefeituras
SD – 1 prefeituras
PSD – 1 prefeituras

Em entrevista na rádio FM Cidade de Pedreiras, na manhã desta quarta-feira, dia 9, a prefeita reeleita de Pedreiras, Vanessa Maia, anunciou oficialmente sua candidatura à presidência da FAMEM (Federação dos Municípios do Estado do Maranhão). Vanessa já conta com o apoio inicial de 30 prefeitos, sendo 26 prefeitos do União Brasil, partido ao qual é filiada, além de mais 4 prefeitos de outros partidos, que também declararam apoio à sua candidatura.

Com esse apoio expressivo, Vanessa Maia começa a campanha com força, já consolidando uma base sólida para a disputa pela presidência da FAMEM para o biênio 2025-2026. Ela destacou a importância do protagonismo feminino na politica maranhense, reforçando seu compromisso em ser a primeira mulher a presidir a FAMEM.

Durante a entrevista, Vanessa afirmou: “Meu nome já está sendo cogitado, eu acho importante o protagonismo feminino, eu fui a primeira prefeita reeleita de Pedreiras, e estou colocando meu nome à disposição para ser a primeira mulher a presidir a FAMEM.”

Ao lado de Vanessa, estavam o deputado estadual Fred Maia, seu esposo, e outras lideranças políticas do estado, que fortaleceram o lançamento de sua candidatura.

O ex-prefeito de São João do Sóter, Ivan Santos Magalhães, faleceu na manhã desta quarta-feira (9), aos 75 anos, em Teresina. Ele estava internado em um hospital particular na capital do Piauí, após ter sofrido um infarto.

Com uma carreira pública marcada pelo amor ao município de São João do Sóter, ele exerceu o cargo de prefeito e também foi vereador em Caxias em duas ocasiões, consolidando seu legado político na região.

Ivan Magalhães deixa a esposa Julinha Magalhães, quatro filhos e netos.

 

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