Brandão anuncia Danilo Castro para chefiar o Ministério Público do Maranhão até 2028

O governador do Maranhão, Carlos Brandão, anunciou nesta segunda-feira (11) a nomeação do procurador Danilo José de Castro Ferreira para o cargo de procurador-geral de Justiça do Maranhão no biênio 2026-2028.

O anúncio foi feito nas redes sociais do governador, que afirmou seguir a tradição de nomear o candidato mais votado da lista tríplice formada pelo Ministério Público do Maranhão (MPMA).

Danilo Castro recebeu 201 votos na eleição interna realizada nesta segunda-feira para definir os nomes encaminhados ao Palácio dos Leões. Ao todo, 307 dos 311 membros aptos participaram da votação.

Na publicação, Brandão destacou a recondução do procurador ao comando da instituição.

“Respeitando a tradição de nomear o mais votado na lista tríplice do Ministério Público do Estado do Maranhão, nomearei Danilo José de Castro Ferreira para chefiar a instituição no biênio 2026–2028. Saúdo o procurador-geral de Justiça reeleito”, escreveu o governador.

Além de Danilo Castro, a lista tríplice foi composta pelos procuradores Eduardo Nicolau, que obteve 133 votos, e Carlos Henrique Vieira, com 121 votos.

Com mais de 30 anos de atuação no Ministério Público maranhense, Danilo Castro iniciou a carreira em março de 1992, na comarca de Passagem Franca. Ao longo da trajetória, atuou em cidades como São João Batista, Paraibano, São Bento, Lago da Pedra, Viana e Codó, até ser promovido para São Luís em 1997.

Na capital, passou pelas Promotorias de Justiça de Execução Penal, de Combate à Violência Doméstica contra a Mulher, além de promotorias cíveis e de probidade administrativa.

Em julho de 2022, foi promovido ao cargo de procurador de Justiça pelo critério de merecimento. Depois da posse, assumiu a subprocuradoria-geral de Justiça para Assuntos Jurídicos, função exercida até a eleição para o comando do MPMA.

O procurador-geral de Justiça é responsável por conduzir o Ministério Público do Maranhão e representar a instituição nas esferas judiciais e extrajudiciais.

A cidade de Codó será palco de um grande encontro entre ciência, educação e inovação com a realização da I Jornada Codoense de Foguetes de Garrafa PET (I JOCOFOG). O evento científico e cultural é promovido pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação (SEMECTI), reunindo estudantes, professores e entusiastas da ciência em uma programação voltada ao aprendizado prático e à valorização do conhecimento. A abertura da I JOCOFOG acontecerá no dia 13 de maio, às 7h no Parque Ambiental, Avenida Cristóvão Colombo, bairro São José.

A iniciativa tem como objetivo principal incentivar a construção e o lançamento de foguetes produzidos com garrafas PET, proporcionando experiências educativas ligadas à física, engenharia, criatividade e sustentabilidade. A proposta busca despertar o interesse pela pesquisa científica e pela experimentação, além de estimular habilidades como raciocínio lógico, trabalho em equipe, cooperação e protagonismo estudantil.

Por meio de atividades dinâmicas e acessíveis, a I JOCOFOG pretende aproximar a comunidade escolar da ciência de forma divertida e interativa, fortalecendo o vínculo entre educação e inovação tecnológica. O evento também reforça a importância da consciência ambiental ao incentivar a reutilização de materiais recicláveis em práticas educativas e experimentais.

Além de promover a troca de conhecimentos e experiências, a Jornada será um espaço de integração entre escolas, educadores, estudantes e sociedade, celebrando o saber científico e o potencial criativo da juventude codoense.

A expectativa é de que a programação desperte novos talentos e incentive cada vez mais o interesse pela ciência e pela tecnologia no município, contribuindo para a formação de cidadãos mais conscientes, criativos e preparados para os desafios do futuro.

A SEMECTI convida toda a população para participar e prestigiar este importante momento de incentivo à educação, à ciência e à sustentabilidade em Codó.

Assessoria de Comunicação

Inscrições são gratuitas e já estão disponíveis no portal oficial da competição

A Prefeitura de Codó, por meio da Secretaria Municipal de Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação (SEMECTI), em parceria com a Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e o Clube de Matemática de Codó (CMC), lançou oficialmente a II Olimpíada de Matemática Codoense – OMAC 2026. A iniciativa tem como objetivo estimular o interesse pela Matemática entre estudantes do Ensino Fundamental e Médio das redes pública e privada de Codó, promovendo o desenvolvimento do raciocínio lógico, da criatividade e da excelência acadêmica.

A competição será realizada ao longo de 2026 e contará com três fases presenciais, compostas por provas objetivas e dissertativas, reunindo estudantes de diferentes níveis de ensino em uma grande mobilização educacional. A etapa final acontecerá no Centro de Ciências de Codó da UFMA.

As inscrições serão gratuitas e poderão ser feitas exclusivamente pelo site oficial da olimpíada, no período de 07 a 29 de maio de 2026. O regulamento completo, cronogramas e demais publicações já estão disponíveis no portal oficial da competição: https://codo.ma.gov.br/omac2026

Além das tradicionais medalhas de ouro, prata e bronze, a OMAC 2026 também concederá menções honrosas e premiações especiais para professores, escolas, estudantes da zona rural, melhor redação, maior evolução e destaque feminino. As premiações incluem dinheiro, troféus e equipamentos escolares, ampliando o reconhecimento ao desempenho e ao incentivo educacional.

Segundo os organizadores, a olimpíada busca fortalecer a cultura científica e matemática no município, incentivando os estudantes a desenvolverem habilidades essenciais para a formação acadêmica e profissional.

A realização da OMAC 2026 reforça o compromisso da educação codoense com a valorização da aprendizagem, da inclusão e do incentivo ao conhecimento científico, consolidando Codó como referência em iniciativas educacionais voltadas ao desenvolvimento de novos talentos.

Assessoria de Comunicação

Moradores de Turilândia foram às ruas, na noite desta segunda-feira, 11, para comemorar a decisão que concedeu prisão domiciliar ao prefeito afastado Paulo Curió.

Numa espécie de carreata, aliados do gestor percorreram diversas ruas da cidade.

Curió e mais 14 investigados por corrupção no Município foram beneficiados por uma decisão da desembargadora Maria das Graças Peres Soares Amorim, do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA).

A decisão substitui a prisão preventiva anteriormente decretada e impõe uma série de medidas cautelares aos investigados. Entre as determinações estão o uso obrigatório de tornozeleira eletrônica, restrição de deslocamento e proibição de contato entre os envolvidos no processo.

Segundo a magistrada, o descumprimento de qualquer uma das medidas poderá resultar na revogação do benefício e no retorno da prisão em regime fechado.

A advogada Nathaly Moraes anunciou neste sábado (9) que não integra mais a defesa da empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, investigada por suspeita de agredir e torturar uma empregada doméstica grávida, de 19 anos, em Paço do Lumiar, na Região Metropolitana de São Luís.

A decisão foi comunicada por meio de uma nota oficial publicada nas redes sociais. No texto, Nathaly afirma que está “formalmente desvinculada” do caso e atribui a saída aos “inúmeros ataques pessoais sofridos”, além de ameaças direcionadas à sua integridade, honra e à segurança de sua família.

“A presente decisão ocorre em virtude dos inúmeros ataques pessoais sofridos, inclusive inúmeras ameaças direcionadas à sua integridade, à sua honra e à segurança de sua família”, diz trecho da nota.

A advogada ressaltou ainda que a atuação da advocacia é assegurada pela Constituição Federal e destacou que o exercício da defesa técnica de qualquer cidadão não pode resultar em perseguições ou ofensas ao profissional responsável pelo caso.

Na manifestação, Nathaly Moraes também afirmou que sempre exerceu sua atuação com “ética, responsabilidade e absoluto respeito às leis e às instituições”, repudiando qualquer forma de violência, intimidação ou ataques direcionados à sua imagem pessoal e profissional.

Ela informou ainda que futuras manifestações relacionadas ao caso deverão ser direcionadas exclusivamente aos atuais responsáveis pela defesa técnica da empresária. A advogada acrescentou que medidas cabíveis estão sendo analisadas diante das ameaças e excessos relatados.

Prisão

Presa na quinta-feira , 7, em Teresina, Carolina Sthela teve a prisão preventiva confirmada pela Justiça estadual.

Depois disso, a defesa dele requerer prisão domiciliar, mas o pedido foi negado pelo Judiciário.

O Ministério Público do Maranhão (MPMA), por meio da Promotoria de Justiça de Colinas, requereu, em ações civis públicas por ato de improbidade administrativa, a indisponibilidade de bens de oito envolvidos em um esquema de “servidores fantasmas” na Prefeitura de Jatobá (termo judiciário).

No período de 2021 a 2024, as ilegalidades causaram prejuízos de R$ 719,7 mil aos cofres municipais. Assina as ações o promotor de justiça Carlos Allan da Costa Siqueira.

A lista dos requeridos inclui sete supostos fantasmas nomeados na gestão local.

Vistorias realizadas pelo MPMA em julho de 2024 nas secretarias municipais revelaram diversas irregularidades, entre ausência de estrutura física, falta de controle de jornadas de trabalho e inexistência de documentos oficiais.

Foi verificado que, em secretarias como a de Administração, Fazenda e Planejamento e de Desenvolvimento Econômico, não havia sala destinada aos setores ou postos de trabalho para os referidos servidores fantasmas. Os envolvidos não registravam frequência em livros de ponto ou qualquer sistema eletrônico de controle.

A administração municipal e os envolvidos também não apresentaram documentos como ofícios, relatórios, atas ou formulários que comprovassem atividades desempenhadas nos últimos quatro anos.

Além disto, servidores de setores vizinhos desconheciam os envolvidos ou as funções exercidas na administração municipal.

PEDIDOS

Além da indisponibilidade de bens, o MPMA pede que cada envolvido seja condenado ao pagamento de indenização no valor de R$ 30 mil, em caráter de dano moral coletivo.

Solicita, ainda, a condenação dos envolvidos à suspensão de direitos políticos, perda da função pública e a proibição de contratar com o Poder Público. Outro pedido é a devolução integral do valor recebido pelos servidores fantasmas aos cofres municipais.

Publicidade

Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Posto Priscila: Km17, BR 316, Codó-MA
Publicidade
Publicidade
Posto Priscila: abastecimento com excelência