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Faltando menos de 90 dias para o prazo de desincompatibilização, no próximo dia 4 de abril, o prefeito Eduardo Braide entra na fase mais sensível de seu projeto político. Até essa data, ele precisará definir se renuncia ao comando do Palácio de La Ravardière para disputar o Governo do Maranhão em 2026 ou se permanece no cargo até o fim do mandato. A indefinição, que até aqui funcionou como estratégia, passa a ter custo político crescente à medida que o calendário eleitoral se impõe. A eventual renúncia abriria espaço para a vice-prefeita Esmênia Miranda assumir a prefeitura, um movimento que gera cautela no núcleo mais próximo de Braide. A entrega da máquina administrativa, a pouco mais de seis meses da eleição, é vista como risco real em um cenário de disputa dura e pulverizada no estado, onde a estrutura governista tende a exercer forte influência. Caso opte por não sair, Braide pode atuar como fiador político de uma candidatura alinhada a ele ao governo, interferindo diretamente no tabuleiro estadual, ou adotar a neutralidade, preservando capital político para 2030. O silêncio do prefeito contrasta com a ansiedade de aliados, que diuturnamente colocam o “bloco na rua”, mesmo à revelia do chefe. Estes parecem bem mais preocupados com o passar dos dias que o próprio Braide.

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