Braide lidera pesquisa para o Governo do Maranhão em 2026

Além de avaliar a gestão do governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB), o Instituto Paraná Pesquisa também fez um levantamento sobre a disputa eleitoral em 2026, para o Governo do Maranhão e Senado.

Para o Palácio dos Leões, mesmo sem afirmar que vai entrar na disputa, quem lidera é o prefeito de São Luís, Eduardo Braide. O prefeito reeleito ano passado com mais de 70% aparece com 32,7% para a disputa pelo Governo do Maranhão.

Braide é seguido por Lahesio Bonfim (Novo) com 24,9%, Orleans Brandão (MDB) com 16,9% e Felipe Camarão (PT) que teria 12,9%. O levantamento ressaltou que 8,5% votariam branco/nulo e 4,1% não sabe ou não opinou.

Já para o Senado, onde o entrevistado pode escolher dois nomes, já que são duas vagas em 2026, a pesquisa apontou que os preferidos seriam o governador Carlos Brandão (PSB) e o senador Weverton Rocha (PDT).

A pesquisa entrevistou 1.548 eleitores em 62 municípios do Maranhão entre os dias 08 e 12 de fevereiro de 2025. O grau de confiança do levantamento é de 95%. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Levantamento do instituo Paraná Pesquisas sobre intenções de votos para o Governo do Maranhão mostra um cenário positivo para o atual prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD).

Segundo a pesquisa, ele tem 32,7% da preferência do eleitorado, seguido por Lahesio Bonfim (Novo), com 24,9%.

O Palácio dos Leões tem 29,8%, divididos entre Orleans Brandão (MDB), com 16,9%; e Felipe Camarão (PT), com 12,9% (veja aqui a íntegra da consulta).


A pesquisa entrevistou 1.548 eleitores em 62 municípios do Maranhão entre os dias 08 e 12 de fevereiro de 2025. O grau de confiança do levantamento é de 95%. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos.

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (13), a Operação EmendaFest, a fim de investigar crimes de desvios de recursos públicos, corrupção ativa e passiva.

Policiais federais cumprem 11 mandados de busca e apreensão e dois mandados de busca pessoal. A Justiça também determinou o afastamento do cargo e das funções públicas de dois investigados, além do bloqueio de valores de contas de pessoas físicas e jurídicas.

As ordens judiciais foram expedidas pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), e cumpridas em Estrela/RS, Rosário do Sul/RS, Santa Cruz do Sul/RS, Venâncio Aires/RS, Lajeado/RS e Brasília/DF.

Segundo a jornalista Camila Bomfim, da TV Globo, a PF descobriu que havia até “contrato de propina” formalizando o esquema de corrupção.

Um documento apreendido indica que 6% do valor das emendas destinadas ao Hospital Ana Nery, em Santa Cruz do Sul (RS), seria repassado a uma empresa de “captação” – segundo a PF, a CAF Representação e Intermediação de Negócios.

Trizidela do Vale se destacou entre os municípios maranhenses com alta pontuação no programa.

O prefeito de Trizidela do Vale, Deibson Balé, recebeu em Brasília (DF) o Selo Ouro de Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, reconhecimento concedido pelo governo federal pelos avanços na alfabetização infantil no município. Trizidela do Vale obteve 96 pontos, ficando entre as melhores pontuações do Maranhão.
A premiação levou em consideração critérios como formação continuada de professores e gestores, projetos de recomposição de aprendizagem, desempenho em avaliações externas, incentivo à leitura e políticas de alfabetização.
“Estamos aqui em Brasília celebrando mais uma grande conquista para a educação de Trizidela do Vale. Nosso município recebeu o Selo Ouro, atingindo uma das melhores pontuações do Maranhão. Quero parabenizar toda a equipe da Educação, em especial a secretária Sônia. Esse é o nosso dever, esse é o nosso compromisso com Trizidela”, destacou o prefeito Deibson Balé.
Durante sua passagem por Brasília, Deibson também se reuniu com o ministro das Comunicações, Juscelino Filho, para discutir novas demandas para o município. O ministro reafirmou a parceria do governo federal com Trizidela do Vale e destacou os investimentos em áreas essenciais.
“O prefeito Deibson Balé faz uma brilhante gestão e vem reafirmando essa parceria com o governo federal. Vamos continuar garantindo recursos para educação, saúde e infraestrutura, além de novas ações do Ministério das Comunicações”, afirmou Juscelino Filho.
Entre as melhorias previstas, o ministro anunciou que a torre de telefonia móvel do Morro dos Caboclos está em fase final de testes e será entregue em breve. Além disso, Trizidela do Vale receberá um novo laboratório de informática e maior conectividade nas escolas.

O repasse da primeira parcela de fevereiro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) está previsto para esta segunda-feira (10). Porém, até o dia 6 deste mês, 40 prefeituras estavam impedidas de receber esses recursos. A maioria desses entes pertence aos estados do Rio Grande do Sul e da Paraíba, com cinco cidades bloqueadas, cada. Codó é o único município do Maranhão que não receberá o repasse do FPM.

Outras unidades da federação em destaque são Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte, já que cada um desses estados conta com 4 municípios bloqueados para recebimento de valores do FPM.

O especialista em orçamento público Cesar Lima destaca que o bloqueio dos repasses ocorre por conta de dívidas com a União ou atrasos na prestação de contas.

“Dívidas não honradas, cuja União é, por assim dizer, a fiadora. Quando um município não honra esse compromisso, a União, como fiadora, precisa arcar com o pagamento dessa dívida e, por isso, bloqueia o FPM. O outro motivo são as dívidas previdenciárias, que podem ser tanto de um sistema próprio quanto dos recursos que devem ser recolhidos à União”, explica.

Confira a lista dos municípios bloqueados do FPM

POÇO DAS TRINCHEIRAS (AL)
EIRUNEPÉ (AM)
CASA NOVA (BA)
SÍTIO DO MATO (BA)
PENAFORTE (CE)
CODÓ (MA)
ALPINÓPOLIS (MG)
CÁSSIA (MG)
JORDÂNIA (MG)
SÃO JOSÉ DA LAPA (MG)
MIRANDA (MS)
BELÉM DO BREJO DO CRUZ (PB)
LIVRAMENTO (PB)
RIACHÃO (PB)
SANTO ANDRÉ (PB)
UMBUZEIRO (PB)
BELÉM DE MARIA (PE)
BOM CONSELHO (PE)
OROCÓ (PE)
MANOEL RIBAS (PR)
CABO FRIO (RJ)
CARAPEBUS (RJ)
ITAGUAÍ (RJ)
SEROPÉDICA (RJ)
JAPI (RN)
PEDRO VELHO (RN)
PORTO DO MANGUE (RN)
SÃO PEDRO (RN)
BONFIM (RR)
CARAZINHO (RS)
CARLOS BARBOSA (RS)
CASCA (RS)
ERECHIM (RS)
NOVA ARAÇA (RS)
BRUSQUE (SC)
SÃO BENTO DO SUL (SC)
JAPARATUBA (SE)
SÃO BENTO DO TOCANTINS (TO)
SÃO FÉLIX DO TOCANTINS (TO)
SÃO VALÉRIO DA NATIVIDADE (TO)

O total destinado aos municípios neste decêndio é R$ 13.053.414.769,42. O valor representa um aumento de 4% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o repasse foi de R$ 12.527.644.908,46.

Como desbloquear o repasse

O desbloqueio do repasse deve ser realizado a partir da identificação do órgão que determinou o congelamento pelo gestor público. Em seguida, é necessário conhecer o motivo e regularizar a situação. É importante destacar que a prefeitura não perde os recursos bloqueados de forma definitiva, já que os valores ficam apenas congelados enquanto as pendências não são regularizadas.

O Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) reúne informações referentes a execuções orçamentárias, patrimoniais e financeiras da União. E quando um município é incluído no sistema, a prefeitura fica impedida de receber qualquer ajuda financeira.

Projeto em tramitação na Câmara redistribui as cadeiras mantendo o número de parlamentares em 513, mas implicando na diminuição de vagas para sete Estados; presidente Hugo Motta não concorda com a sugestão

BRASÍLIA — O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), sugeriu a criação de 14 cadeiras para aumentar o número de parlamentares para 527 e corrigir as distorções de representação apontadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

A Corte impôs um prazo para o Legislativo resolver o impasse na composição da Câmara — 30 de junho, e Motta antecipou na última sexta-feira (7) que pretende compor um acordo com as bancadas partidárias, o próprio STF e o Senado Federal para chegar a uma decisão consensuada.

“Vamos procurar o Supremo Tribunal Federal. Não queremos prejudicar os Estados que ganhariam cadeiras [com uma mudança na distribuição], mas queremos evitar que outros Estados percam. Estados muito importantes perderiam bastante com a redução de suas vagas”, declarou à rádio paraibana Arapuan FM.

“Penso que a solução seria um grande acordo para que aumentemos o número de vagas em 14, assim ninguém perderia”, completou.

Em relação ao impacto orçamentário da criação de 14 novas vagas, Motta afirmou que serão necessários cortes para não aumentar as despesas da Câmara dos Deputados. “Faremos tudo dentro do orçamento, de forma equilibrada para que essas vagas não aumentem os custos da Casa”, disse.

À primeira vista, a criação de 14 vagas impactaria, apenas em termos salariais, em um aumento de R$ 650 mil mensais. Entram ainda no rol dos gastos outras despesas como o cumprimento da cota parlamentar. Minas Gerais, por exemplo, ganharia uma vaga; e cada deputado eleito pelo Estado tem direito a uma cota de R$ 41,8 mil — além do salário e outros benefícios como o auxílio-moradia ou o apartamento funcional.

A proposta de Hugo Motta é uma resposta a um Projeto de Lei Complementar (PLP) que corre na Câmara dos Deputados e muda a distribuição das cadeiras por Estado. Após o último Censo do IBGE, o STF identificou que há Estados com poucos representantes na Câmara dos Deputados diante do número de eleitores — enquanto outros teriam muitos representantes para uma quantidade inferior de eleitores.

A Corte determinou que a Câmara faça os ajustes necessários para garantir a representação adequada no Parlamento até a data-limite de 30 de junho de 2025. Se as distorções indicadas não forem corrigidas até lá, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) será encarregado da nova distribuição.

O PLP apresentado à Câmara pelo deputado Rafael Pezenti (MDB-SC) com relatório favorável do deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM) redistribui as 513 vagas hoje existentes. Pelo cálculo da proposição, 14 Estados sofreriam mudanças em suas bancadas — sete deles perderiam vagas e outros sete ganhariam.

Entre os Estados que seriam prejudicados estão Alagoas, Bahia, Paraíba — que elegeu Hugo Motta, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. A deputada Laura Carneiro (PSD-RJ) lidera um movimento contrário ao projeto de lei complementar.

Os outros sete Estados afetados pela mudança seriam Amazonas, Ceará, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Santa Catarina e Pará. Os outros não seriam atingidos. A proposição ainda prevê que as alterações na configuração da Câmara sejam implementadas na próxima eleição em 2026.

Eleito presidente da Câmara no último sábado (1º), Hugo Motta avaliou que a melhor opção não é o projeto em questão, mas uma proposta alternativa que aumente em 14 o número de vagas.

Ele indicou que se debruçará sobre o tema nas próximas semanas e sinalizou uma conversa com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), para garantir que o projeto aprovado pela Câmara tramite com celeridade e seja aprovado pelo Congresso antes do prazo fixado pelo STF.

“Quero me dedicar a isso, e temos até junho. Quero conversar com o presidente Davi porque preciso da garantia de que ele votará até junho no Senado também”, declarou.

Representação na Câmara dos Deputados

O número de deputados por Estado na Câmara é calculado a partir do Quociente Populacional Nacional (QPN). Esse índice é resultado da divisão do tamanho da população brasileira pela quantidade de vagas disponíveis na Câmara — hoje são 513.

A conta prossegue com a divisão da população de cada Estado e do Distrito Federal pelo quociente. O resultado é o Quociente Populacional Estadual (QPE), e é ele quem define quantas cadeiras cada Estado terá na Câmara.

O STF determinou a redistribuição das vagas porque houve mudança no tamanho da população brasileira e também nas populações dos Estados, segundo constatou o último Censo do IBGE. Críticos à alteração pontuam que o levantamento feito em 2022, ainda em meio à pandemia, é fruto de uma metodologia criticada por técnicos do próprio instituto.

A quantidade mínima por Estado são 8 deputados, e a máxima 70. A distribuição hoje acontece assim:

  • Acre: 8
  • Alagoas: 9
  • Amazonas: 8
  • Amapá: 8
  • Bahia: 39
  • Ceará: 22
  • Distrito Federal: 8
  • Espírito Santo: 10
  • Goiás: 17
  • Maranhão: 18
  • Minas Gerais: 53
  • Mato Grosso do Sul: 8
  • Mato Grosso: 8
  • Pará: 17
  • Paraíba: 12
  • Pernambuco: 25
  • Piauí: 10
  • Paraná: 30
  • Rio de Janeiro: 46
  • Rio Grande do Norte: 8
  • Rondônia: 8
  • Roraima: 8
  • Rio Grande do Sul: 31
  • Santa Catarina: 16
  • Sergipe: 8
  • São Paulo: 70
  • Tocantins: 8
Publicidade

Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Posto Priscila: Km17, BR 316, Codó-MA
Publicidade
Publicidade
Posto Priscila: abastecimento com excelência