PF prende Mábenes Fonseca, ex-prefeito de Paço do Lumiar, em Tutóia

A Polícia Federal (PF) prendeu na última quinta-feira (14) o ex-prefeito de Paço do Lumiar, Manoel Mábenes Cruz da Fonseca, após cumprimento de um mandado de prisão preventiva e outro de prisão definitiva, ambos expedidos pela 1ª Vara de Paço do Lumiar. A prisão ocorreu no município de Tutóia, onde o ex-prefeito foi encontrado. A PF esclareceu que a detenção não faz parte de uma operação específica, mas foi resultado do cumprimento de mandados judiciais.

Em 2017, Mábenes foi condenado por crime de responsabilidade. O Ministério Público do Maranhão (MPMA) apresentou uma denúncia destacando que o ex-prefeito teve as contas do exercício financeiro de 2003 rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE).

As irregularidades incluíam a ausência de licitações para a contratação de serviços, como coleta de lixo, compra de alimentos e material gráfico, além da fragmentação de despesas para aquisições de material escolar e de higiene. Foram também identificadas notas fiscais inidôneas e a falta de envio de relatórios. O TCE imputou ao ex-prefeito um débito de R$ 614 mil, além de multas no valor de R$ 245 mil.

Deputado estadual vai disputar o comando da Casa contra a favorita e atual presidente Iracema Vale; eleição deve ser realizada ainda esta semana

O deputado estadual Othelino Neto (Solidariedade) confirmou na segunda-feira, 11, a sua candidatura à presidência da Assembleia Legislativa; a eleição deve ocorrer ainda nesta semana.

A eleição na Assembleia tem como ampla favorita a atual presidente Iracema Vale (PSB); ela conta com o apoio de toda a base do governo Carlos Brandão (PSB).

Othelino deve receber o voto do deputado Fernando Braide (PSD), que também forma a oposição na  Assembleia; mas espera contar com os chamados dinistas, deputados remanescentes do grupo do agora ministro do STF Flávio Dino.

Pelas novas regras, a votação é secreta…

A Justiça Eleitoral determinou, na última segunda-feira (11), a retotalização dos votos das eleições para vereador em Buritirana, no Maranhão, após um pedido do Ministério Público. A medida foi motivada por um erro no número de cadeiras destinado ao cargo de vereador. Embora o município, com pouco mais de 12 mil habitantes, possa ter apenas nove vereadores conforme a legislação, a Câmara Municipal havia informado equivocadamente a existência de 11 vagas.

A decisão ocorreu em resposta a uma representação do promotor eleitoral Ossian Bezerra Pinho Filho. O juiz da 58ª Zona Eleitoral do Maranhão concedeu uma liminar para realizar a retotalização dos votos. De acordo com a Constituição Federal, cidades com até 15 mil habitantes devem contar com, no máximo, nove vereadores.

Com base no censo de 2022, que registra uma população de 12.918 pessoas, o Ministério Público solicitou o “recálculo dos coeficientes eleitoral e partidário” para o cargo de vereador, ajustando as fórmulas ao número correto de nove cadeiras. A decisão também prevê a divulgação de um novo resultado, em conformidade com os parâmetros constitucionais, a fim de evitar gastos públicos desnecessários e assegurar uma diplomação adequada dos eleitos.

“O censo demográfico de 2022, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, revelou uma redução populacional em Buritirana em comparação ao levantamento de 2010 e às projeções usadas nas eleições de 2020. Esse decréscimo indica que o número atual de vagas na Câmara Municipal está acima do permitido pela Constituição para municípios desse porte populacional”, explicou o promotor Ossian Bezerra.

A senadora Eliziane Gama (PSD-MA), liderança política que faz a ponte entre o segmento evangélico e o governo Lula, entra no radar para comandar um ministério.

É o que registra o Estadão que diz ainda que o Palácio do Planalto faz mais uma investida para se reaproximar dos religiosos.

Recentemente, em cerimônia em Brasília, Lula recebeu líderes evangélicos para a cerimônia de sanção ao projeto que cria o Dia Nacional da Música Gospel, bandeira sempre defendida pela senadora maranhense.

A reportagem informa que “Lula quer iniciar a segunda metade do mandato com uma equipe que simbolize a nova correlação de forças no País, na esteira das eleições municipais”.

O partido de Eliziane fez quase 900 prefeituras em todo o país. Foi o que mais cresceu.

Em breve, a senadora participará de um homenagem no Rio com líderes evangélicos e o presidente da República.

Após Ação Civil Pública do Ministério Público do Estado do Maranhão (MPMA), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Pinheiro, a Justiça estabeleceu prazo de 72 horas para que o Município de Pinheiro se manifeste em relação ao pedido de liminar que exige a regularização dos salários atrasados dos servidores municipais.

A decisão foi proferida pela juíza Arianna Rodrigues de Carvalho Saraiva, da 1ª Vara da Comarca de Pinheiro, em resposta à ação movida pelo MPMA, na terça-feira, 5, para garantir os direitos trabalhistas dos servidores.

Na ACP, a promotora de justiça Samira Mercês dos Santos, titular na comarca, destaca a necessidade de “assegurar o pagamento dos salários atrasados dos servidores públicos municipais de Pinheiro e evitar a continuidade das irregularidades administrativas detectadas, incluindo o bloqueio de valores nas contas municipais e a possível exoneração de cargos”.

Num segundo pedido, ela solicita o afastamento do prefeito Luciano Genésio e bloqueio de contas.

Denúncias

De acordo com a promotora, as denúncias foram recebidas pela 1ª Promotoria de Justiça de Pinheiro, incluindo o não pagamento de salários, exonerações sem quitação dos direitos e a falta de planejamento orçamentário. Representantes do sindicato dos servidores municipais confirmaram que professores, zeladores, técnicos de enfermagem e agentes administrativos estão com pagamentos atrasados, muitos deles temendo represálias ao formalizar denúncias.

Como medida emergencial, o MPMA pediu a abertura de prazo para que o Município se manifeste e apresente justificativas sobre o descumprimento de suas obrigações salariais e financeiras.

Na decisão, a juíza determinou que a intimação seja realizada de forma urgente, exigindo a resposta do Município quanto ao pagamento dos salários em atraso.

Após o prazo de 72 horas para manifestação do Município, o processo seguirá para análise do pedido de liminar, com a possibilidade de o Poder Judiciário adotar medidas mais severas, caso o município não apresente justificativas ou solucione a situação

A Prefeitura de Pinheiro emitiu Nota de Esclarecimento sobre o assunto e informa que as unidades de saúde estariam funcionando normalmente, o que tem sido contestado pelo corpo médico.

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